Quem não tem cabeça tem que ter pernas

DSC05471* Beto Colombo

Você já deve ter ouvido de algum parente ou amigo mais velho que “quem não tem cabeça, tem que ter pernas” ou “quando a cabeça não pensa, o corpo paga”. São ditos populares bem conhecidos e há muitas verdades nas entrelinhas que algumas pessoas praticam. Já para outras pessoas é apenas um ditado, um provérbio. Para mim, como empreendedor, faz muito sentido pensar no que fazer, para só depois agir. É o que chamamos, em administração, de planejamento.

Muitos de nós já passamos por situações na vida em que evitaríamos grandes transtornos e até perdas de dinheiro se tivéssemos pensado melhor antes de tomar determinada atitude. É importante, é prudente pararmos para refletir, ponderar. Pensar para planejar.  Para mim o principal papel de um gestor que seja o responsável pelo planejamento da empresa é criar o futuro ao invés de reagir a acontecimentos.

Num planejamento, define-se qual a direção a ser tomada. Afinal de contas, lembra Confúcio, “Não existe vento a favor pra quem não sabe aonde vai”. Trata-se de delimitar o foco, eu vejo que sem foco as pessoas e as organizações ficam dando tiros para todos os lados, querendo acertar diversos alvos ao mesmo tempo, e acabam acertando, na maioria das vezes, pouco ou nenhum.

Tão importante quanto o planejamento é o controle.  Podemos dizer que planejamento traça o caminho a ser percorrido e o controle mantém a organização na linha que se decidiu seguir. Um planejamento bem elaborado, seja ele para sua casa, sua vida, sua empresa, permite estabelecer a direção a ser seguida, visando obter um maior grau de interação com o ambiente.

Isso é assim para mim hoje.

Empresário, Especialista em Filosofia Clínica, Presidente do Conselho da Anjo Tintas.

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Cera Auto Brilho – a Anjo tem

cera1A Anjo Tintas tem disponível no mercado a Cera Auto Brilho, indicada para limpeza e para dar brilho em pinturas e repinturas automotivas novas e antigas, protegendo contra o intemperismo.

De fácil aplicação, exige apenas alguns cuidados na hora de sua utilização em um carro. São eles:

- A superfície do automóvel deve estar isenta de poeira e sujeira, devendo estar também seca.

- Dar preferência para flanelas ou panos mais macios para não arranhar a pintura na hora da aplicação da Cera Auto Brilho.

- Virar o pano ou a flanela frequentemente na hora de retirar a cera, para que abra o brilho mais facilmente.

- Recomendamos realizar aplicação na sombra.cera2

- Depois da aplicação da Cera Auto Brilho, a recomendação é não deixar o carro muito tempo em exposição ao sol durante 48 horas porque dependendo da camada que foi aplicada pode manchar o carro em alguns lugares.

- No momento de realizar o trabalho com a Cera Auto Brilho,  deve ser retirada da embalagem em pequenas quantidades, necessárias apenas para encerar pequenas áreas.

- Esse produto pode ser usado também em eletrodomésticos, lanchas de fiberglass, trailers, etc.

Conhecendo estas dicas, agora é só começar o trabalho e deixar seu carro mais bonito.

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O conforto se destaca no ambiente

O branco foi escolhido para as paredes e teto desta casa, assim foi possível  ousar na decoração proporcionando alegria e descontração aos ambientes. A decisão por móveis de cores neutras destacou a simplicidade e não abriram mão do conforto.

Na decoração o azul foi a cor escolhida para predominar, se destacar, deixando um detalhe e outro com outras cores para quebrar a sobriedade e se tornar os espaços convidativos. Nós achamos lindos!

s1s2s3 s4s5s6Fotos: Tria Giovan

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Cores

Semana04

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Dica Anjo: facilitando o trabalho de pintura

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Cores

Semana03

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Dica de cor: Azul Arpoador

Que tal usar o AZUL ARPOADOR como um detalhe do ambiente? Esta cor está disponível na Tinta Acrílica Anjo nas versões Anjo Mais, Arquitetura Standard e Vidalar Econômica.

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A criatividade na pintura da casa e as cores

É raro encontrar uma casa pintada assim, toda colorida, mas a criatividade de quem fez este trabalho foi bem interessante e deixou a casa alegre e divertida. Tons de azul, verde e amarelo ficaram harmônicos e o fato de estar entre o verde da natureza deixou esta residência muito simpática. Não acharam?

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Livro O Castelo de Vidro: uma extraordinária história real

* Fabrícia de PelegriniJeannette Walls_O castelo de vidro.indd

A jornalista e escritora Jeannette Walls conta sobre sua infância no livro O Castelo de Vidro. Uma infância pobre, onde ela e os irmãos passaram fome, frio, abusos, às vezes sem ter onde morar, com um pai alcoólatra e uma mãe negligente que se dizia artista e não queria viver com regras. Apesar de tantas coisas ruins que as crianças viveram, a autora buscou dar leveza à narrativa, evitando mostrar amargura, ressentimento ou traumas, apresentando um pouco de sua vida, tanto coisas ruins quanto coisas boas, e como decidiu e o que fez para mudar seu rumo e ser responsável por si mesma.

A primeira lembrança da autora é um acidente. Ela estava cozinhando e seu vestido pegou fogo, sua mãe a levou ao hospital, ela teve queimaduras graves e ficou semanas internada se recuperando. Isso aconteceu quando ela tinha apenas três anos de idade, porque assim foi a educação que receberam, tinham que aprender a cuidar de si mesmos e se adaptar com a vida maluca que viviam. O pai Rex e a mãe Rose Mary não gostavam de regras e diziam que a liberdade era o que importava, nunca tinham dinheiro, a comida faltava na mesa, as crianças estavam sempre sujas, várias casas que moraram eram infestada de baratas e outros bichos, sem condições mínimas de sobrevivência, os irmãos tinham que ajudar uns aos outros para sobreviver, estavam sempre mudando de cidade porque os pais não se adaptavam a emprego nenhum, além disso Rex estava sempre se envolvendo em encrencas e o tempo ia passando.

A leitura, os estudos, o respeito às pessoas e a cumplicidade entre os familiares eram valorizados na família Walls. O pai sonhava alto, dizia que ia construir uma casa de vidro (por isso o título do livro), mas o sonho nunca saiu do papel. A mãe era egoísta, escondia comida das crianças que tinham que se alimentar de restos encontrados nos lixos da escola, apanhavam de colegas por serem pobres, sujos e diferentes. Uma vida inacreditável para muitas pessoas que leram ou vão ler ainda esta história. Quando as crianças se tornaram adolescentes decidiram se ajudar e cuidar da própria vida, conseguiram, e então os pais viraram moradores de rua, simplesmente porque não se adaptavam a nenhuma circunstância considerada aceitável como trabalhar, ter uma residência, tomar banho, se alimentar, entre várias outras.

É difícil escrever em poucas linhas sobre este impactante livro sem estragar a expectativa, mas garanto que a leitura é muito interessante para conhecer e entender o que pensam pessoas que podem ter dinheiro vendendo uma joia ou um pedaço de terra, mas preferem passar fome do que se desfazer delas. A narrativa também mostra que apesar das brigas, da falta de responsabilidade e discernimento destes adultos e de tudo o que passaram, havia amor entre pais e filhos. E além disso, é uma história de exemplo de superação, de fazer escolhas e acreditar, trabalhar, lutar por elas. E que também há adultos que não querem ser ajudados, eles preferem viver do jeito que vivem, como os pais de Jeannette. Quem decidir ler O Castelo de Vidro terá que se preparar porque provavelmente ficará indignado, terá vontade de denunciar pais tão relapsos, ficará sem ação em alguns momentos, mas quando chegar ao fim terá a certeza que leu uma história que vale a pena ser conhecida.

O Castelo de Vidro de Jeannette Walls – 344 páginas.

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Cores

Semana02

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Feliz 2015

2015

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Cores

Semana53

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O Lobo do Homem

artigo277* Beto Colombo

Querido leitor que você esteja em paz. Thomas Hobbs, filósofo inglês que viveu na idade média (1588-1679), populariza um dizer de Plauto (254-184) “Homo homini lúpus”. Traduzindo para o português, a frase quer dizer “o homem é o lobo do homem”.

De acordo com Hobbs, o egoísmo é o mais básico comportamento humano. Ele acreditava que o homem é por natureza mau e, se você lhe tirar seu espaço, ele se torna agressivo e cruel com seu semelhante. A solução para que essa maldade seja amenizada era que o homem deveria ser privado de certas liberdades. Essa era a única forma que Thomas Hobbs via de manter a ordem e a paz nos burgos, do contrário, será uma “guerra de todos contra todos”.

Para o filósofo inglês, os homens são perfeitamente iguais, desejam as mesmas coisas, têm as mesmas necessidades, o mesmo instinto de autopreservação. Por isso, em “Estado Natural” ele necessita do conflito e, dessa forma, surgem as revoltas e as guerras. As guerras existem, portanto, porque os homens querem as mesmas coisas, sustenta Hobbs. Como então manter a paz neste “estado natural” de guerra da espécie humana?

Para Thomas Hobbs, a solução é somente por intermédio de um pacto, de um contrato formal entre pessoas iguais que renunciam suas liberdades em troca de tranquilidade. É desse período que vem muitas de nossas convenções presentes em nossos dias atuais. Há os que acreditam e defendem esse ponto de vista filosófico e citam os pactos como as cartas magnas de cada país conhecidas por nós como Constituição. Aqui, cabe mais uma pergunta: o que seria de um país sem sua constituição?

Thomas Hobbs pertence ao período filosófico que denominamos de “contratualismo”, que é o período onde os filósofos acreditavam que a evolução do homem passa por um acordo coletivo. Portanto, só poderia se manter a paz e a evolução da espécie humana por intermédio de instrumentos contratuais.

Você já refletiu sobre essas questões anteriormente? Você concorda que o homem literalmente se mata para ter mais dinheiro, status, sucesso, poder, enfim, que o homem é o lobo do homem?

Jean Jacques Rousseau, ao contrário de Thomas Hobbs, com uma visão um pouco mais puritana e humanista, acreditava que “o homem é bom por natureza”, contudo é o convívio em sociedade que o corrompe.

Talvez não seja correto afirmar que nem o homem é o lobo do homem e nem o homem é bom por natureza. Antes disso, vem as características individuais, pessoais de cada indivíduo, não há uma regra geral. Para cada um é de um jeito. É a singularidade, algo singular em cada indivíduo que só a ele pertence, fruto de uma história vivida a partir da sua realidade.

Para nós, filósofos clínicos, a singularidade é a digital de cada pessoa, como a íris, ou seja, é única. E esse caráter único, autêntico, também pode se traduzir como sendo o seu sabor pessoal. Portanto, quando Hobbs diz ser o homem lobo do homem, ou seja, “mau por natureza” isso é assim para ele. Quando Rousseau diz que o homem é “bom por natureza” isso é assim para Rousseau. Portanto, quando alguém vir com receita pronta, ideias pré-concebidas onde abrange a coletividade, a humanidade, para mim, devemos primeiro saber que isso é a representação de mundo da pessoa que está falando, que está dizendo, e não uma verdade absoluta. É assim como o mundo me parece hoje. E você, o que pensa sobre o homem ser o lobo do homem?

Empresário, Especialista em Filosofia Clínica, Presidente do Conselho da Anjo Tintas.

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Viver sem Medo

DSC_2018* Mhanoel Mendes

Medo, ah o medo. Motivo de tantas discussões, terapias, debates e tratados.

Para alguns, o medo paralisa, é patológico e, assim, deve ser tratado. Para outros, o medo traz insegurança, taquicardia, sudorese e, mesmo assim, as pessoas se movimentam e vão fazer o que verdadeiramente deve ser feito.

Medo, praticamente todos os seres humanos têm. Ele só não deve é paralisar. Se isso ocorrer deve ser tratado, se não, aquela porta ficará sempre ali.

Pesquisando um pouco mais sobre este tema infindável, encontrei o livro “Viva sem medo – Como revelar a sua força espiritual interior”, do mestre indiano Paramahansa Yogananda. Aqui, ele dá a versão de uma fábula tradicional do oriente que repasso agora ao meu querido leitor.

Diz ela: “Enquanto meditava, tarde da noite, um santo viu o fantasma da temível doença da varíola entrando na aldeia em que vivia, e exclamou:

- Pare, sr. Fantasma! Vá embora. Não deve molestar a cidade em que cultuo a Deus.

O espectro respondeu:

- Só levarei três pessoas, de acordo com meu dever cósmico determinado pelo karma.

Ao ouvir isso, o Santo consentiu com tristeza.

No dia seguinte, três pessoas morreram de varíola.

Contudo, um dia depois, mais pessoas morreram, e a cada dia outras mais eram vencidas pela temerosa doença. Considerando-se vítima de um grande engodo, o santo meditou profundamente e invocou o fantasma. Quando ele chegou, o santo comentou:

- Sr. Fantasma, o senhor me enganou e mentiu quando disse que só levaria três pessoas com sua varíola.

Mas o espectro respondeu:

- Em nome do Grande Espírito, eu lhe falei a verdade.

O santo insistiu:

- O senhor prometeu levar apenas três, mas um grande número de pessoas sucumbiu à doença.

- Só levei três – disse o fantasma . As outras deixaram-se morrer por causa do medo”.

É uma fábula, mas atual e verdadeira para nossos dias.

De que você tem medo?, pergunta Yogananda. “Você é um ser imortal. Não é homem nem mulher, como talvez acredite, mas é alma, jubilosa e eterna”.

Rogo sinceramente que este artigo possa fazer você refletir sobre o medo e que em 2015 você viva mais destemido. Afinal de contas, corajoso é aquele que, apesar do medo, vai lá e faz que tem que ser feito.

* Agricultor, jornalista, jardineiro, psicólogo, escritor e peregrino – www.oikos.org.br

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Feliz Natal

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Ação Verão: Anjo distribui bonés em praias da região sul de SC

Balneário Rincão, Balneário Arroio do Silva, Esplanada e Morro dos Conventos foram as praias do sul de Santa Catarina escolhidas pela Anjo para realizar a Ação Verão. Vendedores ambulantes, pescadores, pintores e pessoas que se identificam com a marca ganharam um boné da Anjo Tintas. A ação foi realizada no último sábado (20/12).

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Cores

Semana52

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Renovando as cadeiras de sua casa com Esmalte Sintético Imobiliário Premium Anjo

Quer deixar as cadeiras de sua casa parecidas com a desta foto? Então você pode usar a tinta Esmalte Sintético Imobiliário Premium da marca Anjo e a cor deve ser escolhida no leque do sistema tintométrico. Porém, para ficar um acabamento perfeito, o ideal é aplicar com pistola, mas com rolo e pincel pode ser feito também sem problema algum.

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Caminhada de Verão da Anjo foi na areia e na água

A 23ª edição da Caminhada das Estações Anjo – Verão – foi realizada no último sábado (13/12) e repetiu o trajeto do ano passado, que foi a volta na Lagoa dos Esteves no Balneário Rincão (SC). Um pedaço do percurso na água e outro trecho em areia. Os participantes caminharam cerca de 12 km e a dificuldade era considerada média. Veja algumas fotos:

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Cores da Natureza

Semana51

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