Como os Animais Enxergam o Mundo

 

Você tem ideia de como os animais enxergam o mundo? Sabia que eles não enxergam as mesmas cores que nós? O amor que sentimos por eles é universal, mas a visão deles é bem diferente da nossa.

0000-animais-cores

Cada espécie vê o mundo de uma maneira, uns enxergam mais de cores, outros menos e alguns não enxergam cor nenhuma. Existem ainda aqueles super animais que tem visão ultravioleta.

 Pensando nisso, separamos alguns dos nossos bichinhos mais comuns, pra compartilhar as suas visões do mundo. Vem conferir! 😀

 

Gatos e Cachorros

Cachorros e gatos não veem as cores em sua totalidade. Eles enxergam apenas  o marrom, amarelo e azul. Porém, esses bichinhos tem excelente percepção no escuro, já que eles são sensíveis ao movimento e seu extinto de caçador é adaptado para a noite.

0000-cachorro-e-gato

 

Peixes

Nossos queridinhos aquáticos não enxergam muitas cores, contudo, eles conseguem ver a luz ultravioleta, enquanto nós humanos não conseguimos.

0000-peixe

 

Aves

As aves noturnas conseguem enxergar quando não há luz, enquanto as diurnas veem quase todos os tons de cores e também luzes ultravioletas.

0000-aves

 

Cobras

As cobras não enxergam bem, porém elas reagem bem a movimento e calor. Se a presa se move, ela tem a percepção do que está acontecendo e a distância exata que a mesma está de si.

0000-cobras

 

Ratos

Os ratos enxergam tudo em câmera lenta, a visão é bastante embaçada e eles não enxergam a cor vermelha.

0000-ratos

 

Abelhas

As abelhas têm o poder de enxergarem a luz três vezes mais rápido que o ser humano e veem os raios ultravioletas, o que as ajuda a enxergar o néctar nas flores.  

0000-abelhas

 

Borboletas

Não enxergam muito bem, mas assim como os peixes, abelhas e aves enxergam a luz ultravioleta.

0000-borboletas

 

Vacas

As vacas enxergam mais as cores quentes como laranja e o vermelho. Para elas os pastos não são verdes e elas também veem tudo maior.

0000-vacas

 

Um mesmo mundo, com visões tão diferentes. Incrível, não?

 

Esta entrada foi publicada em Artigos. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *